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Analista de TI

Pedro HenriqueMoreno

Atuo na sustentação de sistemas, banco de dados e automação, conectando a TI às necessidades da operação. Meu foco é identificar o que trava a rotina, estruturar soluções e evitar que os mesmos problemas voltem a acontecer.

Retrato de Pedro Henrique Moreno
Role para começar
Quem sou

Do primeiro emprego em TI a Analista, na mesma empresa.

Quatro anos, três cargos e um escopo que só cresceu. Não mudei de empresa para evoluir — mudei de problema.

O Grupo Umaflex foi o meu primeiro emprego na área de TI. Entrei em junho de 2022 como Assistente de TI Junior, ainda cursando Análise e Desenvolvimento de Sistemas na FATEC Arthur de Azevedo, perto de me formar. Era a chance de descobrir, na prática, se o que eu estava estudando resolvia problema real — e foi.

Meu trabalho começou no N1: manter de pé um parque de cerca de 285 máquinas espalhadas por três unidades — São Paulo, Paraná e Pernambuco — e operar o helpdesk no ManageEngine. Registrar, categorizar, resolver. Foi ali que eu aprendi a primeira coisa que ainda guia o meu trabalho. Estruturei a base de conhecimento do helpdesk, com manuais e artigos de resolução, e os chamados repetitivos começaram a cair.

Em dezembro de 2023 assumi como Assistente de TI Sênior e o escopo mudou de máquina para sistema. Passei a atender N2 e N3 em ERP e MES — cerca de 20 chamados por semana, com troubleshooting e análise de causa raiz — e descobri que a resposta para a maioria deles não estava na tela do usuário: estava no banco. Comecei a escrever consultas em SQL e PL/SQL sobre a base Oracle para provar hipóteses com dado. O que nasceu como ferramenta de diagnóstico virou entrega: mais de 50 relatórios gerenciais para fiscal, comercial, suprimentos, PCP e financeiro, a maioria incorporada à rotina de decisão das áreas.

No mesmo período eu saí da sala de TI e fui para o chão de fábrica. Implementei o sistema de etiquetas de produtos e o projeto de picking de carga, treinei as equipes e acompanhei a implantação — os erros de carregamento e entrega caíram drasticamente. Também desenvolvi a intranet corporativa em PHP e JavaScript, que centralizou comunicados, acesso a sistemas, ramais e cardápio das três unidades. Em paralelo, administrava o Active Directory com GPO, cerca de 200 licenças Microsoft 365, Entra ID e Exchange Online.

Desde julho de 2025 eu sou Analista de TI. Sustento os serviços das três unidades com foco em disponibilidade e continuidade, monitoro o ambiente com Zabbix e Grafana para tratar o alerta antes que ele vire indisponibilidade, e conduzo projetos de melhoria contínua que eliminaram retrabalhos e chamados recorrentes nas áreas de negócio. Hoje a minha prioridade está cada vez mais em sistemas: acompanho os treinamentos das áreas em preparação para sustentar o novo ERP na migração entre Focco e SAP.

A formação acompanhou o caminho: concluí o Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas na FATEC e fui para a pós-graduação em Sistemas Gerenciais com ênfase em SAP, na FETES. Quatro anos na mesma empresa não foram acomodação — foram tempo suficiente para entender o negócio de dentro. É o que me permite conversar com o desenvolvedor, com o DBA, com o gestor e com o operador da fábrica sem trocar de vocabulário no meio da frase.

O mesmo chamado aparecendo pela quinta vez não é um problema de atendimento. É um problema de processo.

Como eu resolvo problemas

Um chamado fechado não é o objetivo. É o começo.

Sustentação feita só de atendimento vira fila infinita. O que eu aplico é um ciclo: entender, provar com dado, automatizar, implantar junto com a área e monitorar — para que o problema não precise ser resolvido duas vezes.

De onde veio este método

Nada disso veio de um curso. O Grupo Umaflex foi o meu primeiro emprego em TI — entrei em 2022 ainda terminando a FATEC, atendendo N1 em três unidades. Este ciclo foi sendo construído chamado a chamado, na ordem em que os problemas me obrigaram a aprender: primeiro documentar, depois investigar a fundo, depois provar com dado, depois automatizar. Quatro anos na mesma empresa me deram algo que trocar de emprego não dá: ver o efeito das minhas próprias decisões de dois anos atrás.

  1. 01

    Problema

    O chamado descreve o sintoma.

    Traduzo o relato do usuário em fato observável: o que parou, desde quando, para quem e o que mudou antes. Sem isso, todo o resto é chute com pressa.

  2. 02

    Investigação

    Reproduzir antes de opinar.

    Reproduzo o cenário, leio log, confiro o painel do Zabbix e do Grafana e delimito o escopo: é um usuário, uma unidade ou as três? O tamanho do problema muda a prioridade e a solução.

  3. 03

    Análise de causa raiz

    Separar efeito de origem.

    Uma solução que devolve o serviço mas não explica a falha só adia o próximo chamado. A pergunta que fecha a etapa é sempre a mesma: por que isso foi possível?

  4. 04

    SQL

    A base não opina.

    Consulto a base Oracle em SQL e PL/SQL para confirmar ou derrubar a hipótese com dado — e não com impressão. É onde a discussão entre TI e negócio deixa de ser opinião.

  5. 05

    Automação

    O que foi manual duas vezes, viro rotina.

    Tarefa repetitiva vira relatório, consulta ou rotina. Menos operação manual significa menos erro humano e mais tempo para o que realmente exige análise.

  6. 06

    Implementação

    Mudança sem treinamento não é entrega.

    Implanto junto com a área, treino quem vai usar e acompanho os primeiros ciclos. Sistema que o usuário não entende volta como chamado na semana seguinte.

  7. 07

    Monitoramento

    Saber antes do usuário.

    Ponho o que foi corrigido sob monitoramento no Zabbix e no Grafana. O objetivo é tratar o alerta enquanto ele ainda é alerta — e não depois, quando já é indisponibilidade.

  8. 08

    Melhoria contínua

    O melhor chamado é o que não volta.

    Documento na base de conhecimento e reviso o processo que gerou a falha. Sustentação madura se mede pelo volume que deixou de existir, não pelo que foi fechado.

Resultados

Número sem contexto é enfeite.

Cada indicador abaixo veio do meu currículo e vem acompanhado do que ele significa na operação.

Valores marcados com ≈ são aproximados, como declarado no currículo.

  • 4

    anos em sustentação de sistemas

    Quatro anos no mesmo grupo industrial e três cargos: de suporte N1 a Analista de TI, com escopo crescente a cada etapa.

  • 3

    unidades sustentadas

    São Paulo, Paraná e Pernambuco em paralelo. Toda mudança precisa funcionar em três realidades operacionais diferentes.

  • 285

    usuários e estações atendidos

    O parque sob minha responsabilidade: disponibilidade de hardware, software e impressão nas três plantas.

  • 50 +

    relatórios gerenciais desenvolvidos

    Em SQL e PL/SQL sobre base Oracle, para fiscal, comercial, suprimentos, PCP e financeiro. A maioria virou rotina de decisão.

  • 200

    licenças Microsoft 365 administradas

    Ciclo completo de identidade e comunicação: Active Directory com GPO, Entra ID e Exchange Online nas três unidades.

  • 20

    chamados N2/N3 por semana

    Média de suporte avançado a ERP e MES — o volume que exigiu criar método em vez de improvisar.

  • N1–N3

    cobertura do fluxo de suporte

    Do primeiro atendimento à análise que encerra o problema, sem depender de repasse para outro nível.

  • Focco → SAP

    migração de ERP em andamento

    Acompanho os treinamentos das áreas em preparação para sustentar o novo ERP — o projeto de maior impacto da minha função hoje.

Muito além do suporte

Sustentar bem exige enxergar o sistema inteiro.

Um problema de ERP raramente é só do ERP: é banco, permissão, rede, processo e interface ao mesmo tempo. Estas são as frentes em que eu atuo — e o motivo pelo qual consigo fechar o diagnóstico sem transferir o problema.

Escolha uma frente para ver o detalhe.

Sustentação & ITSM

A base da função: manter serviço de negócio disponível com processo, não com heroísmo.

  • Gestão de incidentes
  • Troubleshooting
  • Análise de causa raiz (RCA)
  • Suporte N1–N3 / Service Desk
  • Gestão de filas e categorização
  • SLA
  • Base de conhecimento
ManageEngine ServiceDesk Plus ITIL 4

Banco de Dados

Onde a maioria dos problemas de ERP realmente mora. Uso o banco para diagnosticar e também para entregar.

  • Consultas para diagnóstico de incidentes
  • Relatórios gerenciais
  • Modelagem e leitura de esquema
Oracle SQL Server MySQL SQL PL/SQL

Desenvolvimento

Não me apresento como desenvolvedor — mas saber programar muda a natureza do meu suporte: eu leio o código que falhou.

  • Desenvolvimento interno de sistemas
  • Manutenção de aplicação em produção
  • Versionamento
PHP JavaScript Node.js jQuery Bootstrap Git GitHub

Infraestrutura & Servidores

A camada em que a indisponibilidade nasce. Não aparece quando funciona — e para a fábrica quando falha.

  • Servidor de arquivos e impressão
  • Diretório e políticas de grupo
  • Virtualização
  • Rotinas de backup
Windows Server Active Directory GPO Linux Proxmox Docker

Microsoft & Cloud Corporativa

Identidade, e-mail e dispositivo são a porta de entrada de todo o resto — administrar isso bem tira o risco do acesso.

  • Gestão de ≈200 licenças
  • Onboarding e desligamento
  • Política de acesso
Microsoft 365 Entra ID Exchange Online Intune

Monitoramento & Observabilidade

A diferença entre reagir e antecipar: o alerta chega antes do usuário.

  • Tratamento de alertas antes da indisponibilidade
  • Painéis de indicadores
  • Delimitação de escopo de incidente
Zabbix Grafana

ERP & Negócio

Sustentar ERP exige entender o processo antes do sistema: a maioria dos chamados é regra de negócio mal traduzida.

  • Sustentação de ERP e MES
  • Migração de ERP em andamento
  • Ambiente multi-site (SP/PR/PE)
  • Fiscal, comercial, suprimentos, PCP e financeiro
Focco MES SAP SAP BTP

Experiência do Usuário Interno

Sistema que o usuário não entende gera chamado — então interface é assunto de sustentação.

  • Intranet corporativa
  • Tablets de consulta no chão de fábrica
  • Manuais e artigos de resolução
  • Treinamento de equipes na implantação
jQuery Bootstrap

Escolha uma frente para ver o detalhe.

Mapa de habilidades

Onde eu sou fundo, e onde eu sou suficiente.

Um radar cheio não diz nada. Este tem picos e vales de propósito: mostra que a minha especialidade é sustentação e banco de dados, e que desenvolvimento e infraestrutura entram como base sólida — não como fachada.

  • Sustentação & ITSM 92

    Quatro anos na função, cobertura de N1 a N3, análise de causa raiz e base de conhecimento estruturada.

  • Banco de Dados 85

    Mais de 50 relatórios em SQL e PL/SQL sobre Oracle, usados tanto como diagnóstico quanto como entrega.

  • ERP & MES 80

    Sustentação de Focco e MES em ambiente multi-site; migração para SAP em andamento.

  • Microsoft & Cloud 82

    Active Directory com GPO, ≈200 licenças Microsoft 365, Entra ID, Exchange Online e Intune em três unidades.

  • Infraestrutura 76

    Windows Server, Linux, Proxmox, Docker e rotinas de backup.

  • Automação & Monitoramento 80

    Zabbix e Grafana em operação, automação de relatórios e projetos de melhoria contínua que eliminaram retrabalho.

  • Desenvolvimento 70

    PHP, JavaScript e Node.js — a intranet corporativa é minha. É diferencial, não a minha função principal.

Casos reais

Problemas de operação, resolvidos com tecnologia.

Dois casos, descritos do problema ao aprendizado. Nenhum projeto de vitrine: os dois aconteceram em ambiente produtivo, com usuário real esperando do outro lado.

Concluído 12/2023 – 07/2025

Etiquetas de produto e picking de carga

O erro que sai do galpão volta como devolução. Atacamos na origem: na conferência.

O problema

Erros de carregamento e entrega. Um item trocado no carregamento não termina no galpão: volta como devolução, frete refeito, retrabalho de PCP e desgaste com o cliente.

Minha participação

  • Implementei o sistema de etiquetas de produtos.
  • Implementei o projeto de picking de carga.
  • Treinei as equipes envolvidas na nova rotina de conferência.
  • Acompanhei a implantação até a rotina se sustentar na operação.

Resultado

Redução drástica dos erros de carregamento e entrega, com a conferência deixando de depender da memória do operador.

Ver o caso completo

Contexto

Operação industrial em três unidades (SP, PR e PE), com conferência de carga dependente de leitura humana e conhecimento acumulado do operador.

Erro de expedição é um dos poucos problemas de TI cujo custo aparece inteiro no resultado da empresa: frete, devolução, retrabalho e crédito com o cliente. E é tipicamente tratado como falha de atenção — o que garante que ele volte.

A abordagem foi tirar a conferência da memória do operador e colocá-la no processo. Com etiqueta de produto e picking estruturado, a checagem passa a ter um passo verificável: o item que sai é o item que foi pedido, e isso é conferido antes do caminhão fechar.

A parte menos técnica foi a mais decisiva. A expedição trabalha sob pressão de horário, e qualquer etapa nova que atrase o carregamento é abandonada no primeiro dia difícil. Por isso o treinamento e o acompanhamento da implantação entraram no escopo do projeto: a solução só existe de verdade quando sobrevive ao dia em que ninguém tem tempo.

Aprendizados

  • Projeto de chão de fábrica não se entrega em ambiente de homologação: se a equipe da expedição não entende o fluxo, a rotina volta ao papel na primeira semana de pressão.
  • Treinamento e acompanhamento pós-implantação não são fase final do projeto — são parte da solução.
  • Identificação física é controle de processo: onde há etiqueta, há rastreabilidade; onde há rastreabilidade, o erro tem endereço.
Concluído 12/2023 – 07/2025

Intranet corporativa das três unidades

Comunicação interna espalhada por e-mail, mural e ramal decorado — reunida em um único ponto de acesso.

O problema

A informação interna estava distribuída entre e-mails, murais e conhecimento pessoal. Encontrar um ramal, saber o comunicado da semana ou achar o link de um sistema dependia de perguntar para alguém.

Minha participação

  • Desenvolvi a intranet corporativa em PHP e JavaScript.
  • Centralizei comunicados, acesso a sistemas, ramais e cardápio em um único lugar.
  • Mantive a aplicação em operação ao longo do período, evoluindo conforme a demanda das áreas.

Resultado

Comunicação interna das unidades centralizada em um único ponto de acesso, mantido internamente e sem custo de licença.

  • PHP
  • JavaScript
Ver o caso completo

Contexto

Três unidades (SP, PR e PE) com cerca de 285 usuários e nenhuma porta de entrada única para informação interna.

Fluxo da solução

  1. 1

    Ponto único de acesso

    Uma porta de entrada para informação interna nas três unidades.

  2. 2

    Comunicados

    Publicação centralizada, substituindo a dependência de e-mail e mural.

  3. 3

    Acesso a sistemas

    Links dos sistemas corporativos reunidos, reduzindo chamado de "onde fica".

  4. 4

    Ramais e cardápio

    Consulta rápida do dia a dia — o que garante o acesso recorrente.

  5. 5

    Manutenção interna

    Evolução conduzida internamente conforme a demanda das áreas.

Nenhum usuário abre um chamado dizendo “a comunicação interna está fragmentada”. Ele abre dizendo que não achou o ramal, que não sabia do comunicado ou que perdeu o link do sistema. São chamados pequenos, frequentes e invisíveis no indicador — e somados, consomem um tempo considerável do atendimento.

A intranet foi a resposta estrutural para essa categoria de chamado. PHP e JavaScript, sem licença, sem fornecedor e sem dependência externa: uma aplicação interna que resolve o que era pergunta recorrente.

A decisão de projeto que mais funcionou foi incluir o que parecia menos importante. Comunicado corporativo tem audiência baixa por natureza; cardápio tem audiência diária. Ao colocar os dois no mesmo lugar, o acesso recorrente carregou o resto — e a intranet virou hábito em vez de virar link esquecido no favorito.

Manter a aplicação também mudou minha relação com desenvolvimento. Quando o bug é seu, você para de pensar em “consertar” e passa a pensar em por que aquele estado era possível — que é exatamente o raciocínio de análise de causa raiz aplicado a código.

Aprendizados

  • Ferramenta interna se mede por adoção espontânea: se o usuário precisa ser lembrado de usar, o problema não era falta de sistema.
  • O item aparentemente banal — o cardápio — foi o que trouxe o acesso diário. É a visita recorrente que faz o comunicado ser lido.
  • Construir e sustentar a própria aplicação ensina o outro lado do chamado: eu passei a ser o responsável pelo bug que eu antes só reportava.
Experiência profissional

A trajetória em ordem cronológica.

Três cargos no mesmo grupo industrial, cada um com um escopo maior que o anterior.

  1. jul 2025 — atual · 1 ano e 1 mês Atual

    Analista de TI

    Grupo Umaflex — Indústria multi-site — SP · PR · PE

    Continuidade dos serviços de TI de três unidades, com prioridade crescente para sistemas e para o projeto de ERP.

    O desafio

    Manter três plantas industriais disponíveis enquanto o principal sistema de negócio da empresa está em migração.

    • Sustento os serviços de TI de 3 unidades (SP/PR/PE), atendendo cerca de 285 usuários e estações, com foco em disponibilidade e continuidade dos serviços.
    • Mantenho suporte N1–N2, o helpdesk em ManageEngine e a administração do ambiente Microsoft (AD/M365), hoje com prioridade cada vez maior para a área de sistemas e para o projeto de ERP.
    • Monitoro o ambiente com Zabbix e Grafana e trato os alertas antes que se tornem indisponibilidade.
    • Acompanho os treinamentos das áreas de negócio em preparação para sustentar o novo ERP na migração entre Focco e SAP.
    • Conduzo projetos de melhoria contínua que eliminaram retrabalhos e chamados recorrentes nas áreas de negócio.
    • Desenvolvo relatórios e automações que substituíram tarefas manuais e aceleraram a decisão das áreas usuárias.

    O cargo mudou o eixo do trabalho: de resolver o que já quebrou para evitar que quebre. Com o ambiente instrumentado em Zabbix e Grafana, o alerta chega antes do usuário — e o que era incidente passa a ser manutenção agendada.

    Em paralelo, é o período em que a área de sistemas passa a pesar mais do que a de infraestrutura na minha rotina: acompanho os treinamentos das áreas de negócio para sustentar o novo ERP na migração entre Focco e SAP, e transformo tarefa manual em relatório e automação para que a decisão da área não dependa de conferência humana.

    • Zabbix
    • Grafana
    • ManageEngine ServiceDesk Plus
    • Active Directory / GPO
    • Microsoft 365
    • Oracle
    • SQL
    • PL/SQL
    • Focco
    • SAP
  2. dez 2023 — jul 2025 · 1 ano e 7 meses

    Assistente de TI Sênior

    Grupo Umaflex — Indústria multi-site — SP · PR · PE

    Suporte N2/N3 a ERP e MES, desenvolvimento interno e administração do ambiente Microsoft nas três unidades.

    O desafio

    Atender o volume de suporte avançado sem que o mesmo problema voltasse — e provar cada diagnóstico com dado, não com impressão.

    • Prestei suporte avançado (N2/N3) a ERP e MES, tratando em média 20 chamados por semana com troubleshooting e análise de causa raiz.
    • Desenvolvi mais de 50 relatórios gerenciais (fiscal, comercial, suprimentos, PCP, financeiro) via consultas SQL e PL/SQL sobre base Oracle — a maioria incorporada à rotina de decisão das áreas.
    • Implementei o sistema de etiquetas de produtos e o projeto de picking de carga, reduzindo drasticamente erros de carregamento e entrega, com treinamento das equipes e acompanhamento da implantação.
    • Instalei tablets nos púlpitos de produção para consulta de indicadores pelas lideranças.
    • Administrei Active Directory (GPO), cerca de 200 licenças Microsoft 365, Entra ID e Exchange Online nas 3 unidades.
    • Desenvolvi e mantive a intranet corporativa (PHP/JS) — comunicados, acesso a sistemas, ramais e cardápio, centralizando a comunicação interna das unidades.

    É o período mais denso da trajetória e o que definiu o profissional que eu sou hoje. O suporte avançado a ERP e MES me obrigou a parar de tratar sintoma: com cerca de vinte chamados por semana, só a análise de causa raiz reduz a fila.

    Foi também quando o banco de dados deixou de ser assunto de DBA e passou a ser minha ferramenta principal. As consultas que eu escrevia para diagnosticar viraram entrega — mais de cinquenta relatórios gerenciais que hoje sustentam decisão em cinco áreas diferentes da empresa.

    E foi quando eu saí da sala de TI. Etiquetas de produto e picking de carga são projetos de chão de fábrica: exigem entender o processo antes do sistema, treinar a equipe e acompanhar a implantação até a rotina se sustentar sem mim.

    • Oracle
    • SQL
    • PL/SQL
    • PHP
    • JavaScript
    • Active Directory / GPO
    • Microsoft 365
    • Entra ID
    • Exchange Online
    • Focco
    • MES
  3. jun 2022 — dez 2023 · 1 ano e 6 meses

    Assistente de TI Junior

    Grupo Umaflex — Indústria multi-site — SP · PR · PE

    Meu primeiro emprego em TI, ainda terminando a faculdade: atendimento N1 a cerca de 285 máquinas nas três unidades e operação do helpdesk.

    O desafio

    Dar conta do volume de N1 em três unidades e, ao mesmo tempo, atacar a causa dos chamados que voltavam sempre.

    • Atendi em N1 um parque de cerca de 285 máquinas nas 3 unidades, garantindo disponibilidade de hardware, software e impressoras.
    • Operei o helpdesk em ManageEngine (ServiceDesk Plus): registro, categorização e resolução de chamados dentro do fluxo de atendimento.
    • Estruturei a base de conhecimento do helpdesk, com manuais e artigos de resolução que reduziram chamados repetitivos.

    O ponto de partida — e o meu primeiro emprego na área, aceito enquanto eu terminava o Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas na FATEC. Atender N1 em três unidades ensina, em pouco tempo, a diferença entre urgência e prioridade, e a reconhecer padrão: um chamado é um chamado; o mesmo chamado cinco vezes é um processo mal resolvido.

    Foi essa leitura que me levou a estruturar a base de conhecimento do helpdesk. Documentar resolução não é burocracia: é a forma mais barata de tirar volume da fila e de deixar o atendimento menos dependente de quem está de plantão.

    • ManageEngine ServiceDesk Plus
    • Windows Server
    • Active Directory
    • Microsoft 365
Certificações e formação

Base formal por trás da prática.

Formação em desenvolvimento de sistemas, especialização em gestão com ênfase em SAP e certificações nas plataformas que eu sustento.

Formação acadêmica

Certificações

  • Concluído

    Oracle Database Design

    Oracle

    A base formal do trabalho que eu mais faço: entender o modelo de dados antes de consultá-lo. É o que separa uma consulta que responde à pergunta de uma consulta que só retorna linhas.

  • Concluído

    Desenvolvedor SAP BTP

    Megawork Consultoria

    Extensão e integração na plataforma SAP. Escolhida por causa da migração de ERP em andamento: quem sustenta SAP precisa saber discutir customização, não apenas reportá-la ao fornecedor.

  • Em andamento

    ITIL 4 Foundation

    Formalizar o vocabulário de gerenciamento de serviços que eu já pratico: incidente, fila, categorização, SLA e melhoria contínua. Processo bem nomeado é processo que não depende de quem está de plantão.

Contato

Vamos construir soluções melhores?

Se você procura alguém que entenda de sustentação, ERP, banco de dados e automação — e que fale a língua da área de negócio — vale a conversa.

Mogi Mirim · SP · Brasil Resposta normalmente no mesmo dia útil.

Ou baixe o currículo em PDF